O mundo seria um lugar muito melhor se as pessoas, tanto físicas qto jurídicas, tivessem mais charme, flair e humor.
Pirataria é algo abominável mas querer processar a Cavalera é risível… pra não dizer trágico ou mesmo cafona.
caramba…que coincidência…hoje mesmo,pela tarde,ao ver uma maxi-bolsa de matelassê da Chanel,estava comentando com uma amiga que a Chanel é uma das poucas-pouquíssimas marcas de luxo que ainda não viraram carne de vaca nos stands da avenida paulista…e que muita gente não entende,nem imagina sequer qual marca é representada pelos dois “c” cruzados…acho copia uma coisa muito triste e desnecessária até mesmo porque power-labels como a Chanel representam um status,um way of life,muito mais que o dinheiro,seja quanto for, investido no produto.O problema é que tem muito público pra consumir isso…é a velha hitória da procura e da oferta…
Curiosa disse:
5 de julho de 2009 às 17:36
alô? Dá para traduzir?
Marcela disse:
9 de julho de 2009 às 15:56
É isso! Não usar o nome ” Chanel” em vão.
luciana disse:
17 de julho de 2009 às 0:20
AMEI ! achei chic ! hehehehehe
fino!!!
Jack The Hyper disse:
21 de julho de 2009 às 13:44
AMOOOOO…
SE EU FOSSE A LADY GAGA FARIA O PROXIMO SINGLE:
“CHANELIZER”
NEM AÍ…
A marca registrada da chanel mesmo, é esse marketing debochado a la karl, que nada mais é que sutis truquinhos pra rejuvenescer a marca…rs!
Leila de Oliveira disse:
21 de julho de 2009 às 19:27
É o preço a pagar por serem sinônimo de luxo e elegância, num cenário cada vez mais banalizado, onde inhero jã nãofuncionan como filtro. Apesar da figura controversa e irreverente do Karl, a parceria tem funcionado bem; por incrível que pareça. Dá a impressão que se complementam.
roberta bernardon disse:
29 de outubro de 2009 às 16:55
Aparentementemente, acreditamos que quando uma marca vira referência, é bom para ela, como aconteceu no caso de “gillete” para lâminas, por exemplo, ou mesmo de “modess” para absorventes íntimos.
Mas na verdade, quando tudo pode ser identificável como “tipo Chanel”, ocorre a disolussão da marca pelo mercado, o que contribúi´para o enfraquecimento da mesma, que passa a ter todo o mercado como similar, deixando de ser referência.
Marcela disse:
3 de fevereiro de 2010 às 8:55
Ah pessoal, vocês que pensam que as bolsas falsificadas não chegaram ainda aos stands da Paulista… Infelizmente chegaram! Fico muito triste com a falsificação de produtos de luxo. Porque não comprar uma bolsa bacana, mas de uma outra marca?
O mundo seria um lugar muito melhor se as pessoas, tanto físicas qto jurídicas, tivessem mais charme, flair e humor.
Pirataria é algo abominável mas querer processar a Cavalera é risível… pra não dizer trágico ou mesmo cafona.
caramba…que coincidência…hoje mesmo,pela tarde,ao ver uma maxi-bolsa de matelassê da Chanel,estava comentando com uma amiga que a Chanel é uma das poucas-pouquíssimas marcas de luxo que ainda não viraram carne de vaca nos stands da avenida paulista…e que muita gente não entende,nem imagina sequer qual marca é representada pelos dois “c” cruzados…acho copia uma coisa muito triste e desnecessária até mesmo porque power-labels como a Chanel representam um status,um way of life,muito mais que o dinheiro,seja quanto for, investido no produto.O problema é que tem muito público pra consumir isso…é a velha hitória da procura e da oferta…
alô? Dá para traduzir?
É isso! Não usar o nome ” Chanel” em vão.
AMEI ! achei chic ! hehehehehe
fino!!!
AMOOOOO…
SE EU FOSSE A LADY GAGA FARIA O PROXIMO SINGLE:
“CHANELIZER”
NEM AÍ…
A marca registrada da chanel mesmo, é esse marketing debochado a la karl, que nada mais é que sutis truquinhos pra rejuvenescer a marca…rs!
É o preço a pagar por serem sinônimo de luxo e elegância, num cenário cada vez mais banalizado, onde inhero jã nãofuncionan como filtro. Apesar da figura controversa e irreverente do Karl, a parceria tem funcionado bem; por incrível que pareça. Dá a impressão que se complementam.
Aparentementemente, acreditamos que quando uma marca vira referência, é bom para ela, como aconteceu no caso de “gillete” para lâminas, por exemplo, ou mesmo de “modess” para absorventes íntimos.
Mas na verdade, quando tudo pode ser identificável como “tipo Chanel”, ocorre a disolussão da marca pelo mercado, o que contribúi´para o enfraquecimento da mesma, que passa a ter todo o mercado como similar, deixando de ser referência.
Ah pessoal, vocês que pensam que as bolsas falsificadas não chegaram ainda aos stands da Paulista… Infelizmente chegaram! Fico muito triste com a falsificação de produtos de luxo. Porque não comprar uma bolsa bacana, mas de uma outra marca?