Chanel IV

sexta-feira, 3 de julho de 2009

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A Chanel comunicou aos jornalistas um novo mandamento: não usar o nome da maison em vão.

postado por: Flavia Lafer

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9 comentários para “Chanel IV”

  1. Augustuzs Neto disse:

    O mundo seria um lugar muito melhor se as pessoas, tanto físicas qto jurídicas, tivessem mais charme, flair e humor.
    Pirataria é algo abominável mas querer processar a Cavalera é risível… pra não dizer trágico ou mesmo cafona.

  2. Stuart disse:

    caramba…que coincidência…hoje mesmo,pela tarde,ao ver uma maxi-bolsa de matelassê da Chanel,estava comentando com uma amiga que a Chanel é uma das poucas-pouquíssimas marcas de luxo que ainda não viraram carne de vaca nos stands da avenida paulista…e que muita gente não entende,nem imagina sequer qual marca é representada pelos dois “c” cruzados…acho copia uma coisa muito triste e desnecessária até mesmo porque power-labels como a Chanel representam um status,um way of life,muito mais que o dinheiro,seja quanto for, investido no produto.O problema é que tem muito público pra consumir isso…é a velha hitória da procura e da oferta…

  3. Curiosa disse:

    alô? Dá para traduzir?

  4. Marcela disse:

    É isso! Não usar o nome ” Chanel” em vão.

  5. luciana disse:

    AMEI ! achei chic ! hehehehehe
    fino!!! ;)

  6. Jack The Hyper disse:

    AMOOOOO…
    SE EU FOSSE A LADY GAGA FARIA O PROXIMO SINGLE:
    “CHANELIZER”
    NEM AÍ…

    A marca registrada da chanel mesmo, é esse marketing debochado a la karl, que nada mais é que sutis truquinhos pra rejuvenescer a marca…rs!

  7. Leila de Oliveira disse:

    É o preço a pagar por serem sinônimo de luxo e elegância, num cenário cada vez mais banalizado, onde inhero jã nãofuncionan como filtro. Apesar da figura controversa e irreverente do Karl, a parceria tem funcionado bem; por incrível que pareça. Dá a impressão que se complementam.

  8. roberta bernardon disse:

    Aparentementemente, acreditamos que quando uma marca vira referência, é bom para ela, como aconteceu no caso de “gillete” para lâminas, por exemplo, ou mesmo de “modess” para absorventes íntimos.

    Mas na verdade, quando tudo pode ser identificável como “tipo Chanel”, ocorre a disolussão da marca pelo mercado, o que contribúi´para o enfraquecimento da mesma, que passa a ter todo o mercado como similar, deixando de ser referência.

  9. Marcela disse:

    Ah pessoal, vocês que pensam que as bolsas falsificadas não chegaram ainda aos stands da Paulista… Infelizmente chegaram! Fico muito triste com a falsificação de produtos de luxo. Porque não comprar uma bolsa bacana, mas de uma outra marca?

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